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Domingo - 17/10/2017 Poema em homenagem ao falecimento do Mestre Miúdo, por Abdon Claudino
 

                                 Saudoso Miúdo




Dia dezesseis de dezembro, um grande caso ocorreu

Pra nós foi muita tristeza,

Tudo o que aconteceu, o povo anunciando

Os outros tava chorando,

O Mestre Miúdo faleceu.

 

Você aqui foi herói e de muita preferência

Vai fazer uma grande falta

Aqui pra nossa Regência,

Tudo que você fazia não sai da nossa memória

Jesus Cristo te ilumina

Lá pelo Reino da Glória.

 

Você conquistou muitos amigos,

Com a sua simplicidade

Você era conhecido aqui e na cidade, 

Hoje pegou outra estrada, aquela da eternidade.

 

Porém chegou o momento, minuto e também á hora

Toda sua proeza não sai da nossa memória

Você e Caboclo Bernardo vão continua a historia.

 

Eu não queria escrever,

O que a memória esta puxando,

Nós queríamos você vivo pra continua conversando

Mas Jesus assim não quis,

A história vai narrando, por isso imploro a Deus

Que ilumine seu caminho,

Você e Caboclo Bernardo

Conversando num cantinho.

 

Foi uma grande tristeza, doía o coração

De ver um corpo estirado

Flutuando sobre o chão,

Era uma pessoa importante

E ali naquele instante sua morada era um cachão.

 

Ali naquela igreja recebia a oração

Vinha gente de todo lado,

Dar adeus a um irmão, aquele que de

Cabloco Bernardo sempre foi o guardião.

 

Aquele velho amigo se via a emoção

Até mesmo a presença do senhor Guerino Zanon

O senhor Ivan Salvador e outros de posição

Até a velha guarda, fazia sua homenagem

Despedia-se do amigo com fé, amor e coragem.

 

Quando saiu o cortejo da igreja,

        Pro sagrado parece que naquela hora

As coisas tinham mudado   

Porque o seu cavaquinho ia ficar no cantinho

Com as cordas enferrujadas; Miúdo onde estiver

Ninguém esquece seu nome

E assim uma proeza, a historia de um grande homem.

 

Todos nós quando nascemos temos um momento de glória

A história do velho miúdo não vai sai da nossa memória

É triste pra quem ficou feliz de quem viajou

Encontrou com o amigo de que tanto conversou.

      Saudoso Miúdo.

 

Autor: Abdon Claudino

 

“MIÚDO” preservava os fatos, o imaginário e o heróico Cabloco Bernardo.

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